Case Formação de Mentores | Banco do Brasil

CASE DE SUCESSO  ·  DESENVOLVIMENTO DE LIDERANÇAS E INCLUSÃO

Como o Banco do Brasil capacitou 120 lideranças para uma mentoria técnica, inclusiva e de alto impacto

Uma jornada de 8 meses que resultou em NPS 92 e lideranças prontas para impulsionar talentos plurais dentro de uma das maiores instituições financeiras do mundo.

O desafio: desenvolvimento em escala com foco em pluralidade

Com cerca de 90 mil colaboradores distribuídos por todo o Brasil e com presença internacional, o Banco do Brasil enfrenta um desafio comum a grandes instituições: como garantir que o desenvolvimento alcance todos, e não apenas uma parcela do quadro?

Mais do que uma questão de volume, havia um desafio de equidade. A instituição identificou que públicos plurais — em especial pessoas com deficiência — frequentemente permaneciam concentrados em cargos operacionais e de entrada, sem acesso a jornadas estruturadas de crescimento. Não por falta de potencial, mas por ausência de uma liderança preparada para enxergar, desenvolver e impulsionar esses talentos.

A solução não seria escalar programas externos, inviáveis na dimensão do Banco do Brasil. A resposta estaria dentro de casa: lideranças formadas para serem agentes de desenvolvimento. Mentores.

“Queríamos um programa que reunisse técnica de mentoria e letramento, garantindo uma experiência efetiva e positiva para pessoas mentora e mentoradas.”

— Banco do Brasil, Área de Gestão de Pessoas

A escolha: Profera Educação como parceira estratégica

Para dar conta de um desafio dessa magnitude, o Banco do Brasil selecionou a Profera Educação como parceira estratégica. Com metodologia própria em treinamento e desenvolvimento corporativo, formação de lideranças e programas de mentoria, a Profera é a escola do Desenvolvimento Profissional — e tem na customização sua principal marca registrada: sem receita de bolo.

O ponto de partida foi uma imersão profunda na realidade do banco: o contexto organizacional, os desafios específicos de cada grupo, o perfil dos mentores e o perfil dos mentorados. A escuta ativa foi a fundação de tudo o que veio a seguir.

O Programa Provocação: uma trilha sob medida

A partir do diagnóstico inicial, a Profera desenhou uma trilha completamente customizada para a realidade do Banco do Brasil — o Programa Provocação. O programa capacitou 120 lideranças, distribuídas em 3 turmas, ao longo de uma jornada de 8 meses, com uma estrutura multidimensional de aprendizagem:

Encontros formativos presenciais e remotos, com curadoria de conteúdo sobre mentoria técnica, inclusão e vieses inconscientes.
Guia de estudos exclusivo, para apoiar a preparação contínua de cada mentor ao longo da jornada.
Plantão de dúvidas durante a aplicação prática das mentorias, com suporte direto da equipe Profera.
Apoio interno estruturado para situações sensíveis, orientações sobre políticas internas e tratativas institucionais.

O foco foi duplo: por um lado, preparar os líderes para conduzirem mentorias técnicas de qualidade; por outro, torná-los sensíveis às particularidades das jornadas de pessoas com deficiência — evitando vieses, rompendo barreiras invisíveis e garantindo que cada mentorado tivesse uma experiência de desenvolvimento genuína e efetiva.

Resultados: NPS 92 e lideranças transformadas

Ao final da jornada, os números falaram por si. Mas mais do que números, o que emergiu foi uma transformação real na forma como essas lideranças enxergam o seu papel como agentes de desenvolvimento.

Resultado do Programa

NPS 92

Zona de Excelência — avaliado pelas 120 lideranças capacitadas

O NPS de 92 em 100 foi alcançado tanto na avaliação das 120 lideranças capacitadas — um resultado que posiciona o Programa Provocação na zona de excelência absoluta.

O feedback qualitativo da equipe contratante foi igualmente expressivo: o programa foi avaliado como transformador na forma como os líderes conduzem suas mentorias, mais conscientes de vieses, mais atentos às necessidades individuais e mais comprometidos com uma jornada de desenvolvimento inclusiva.

O que mudou na prática

Lideranças mais preparadas com consciência sobre vieses inconscientes e ferramentas para neutralizá-los.
Mentorias mais estruturadas entre mentores e mentorados, com clareza de papéis e expectativas.
Ambiente mais favorável à progressão de pessoas com deficiência para além de cargos operacionais.
Cultura de desenvolvimento interno fortalecida, reduzindo a dependência de programas externos e escalando o alcance.

Por que isso importa para o negócio

Investir em uma cultura impulsionadora e inclusiva não é apenas a coisa certa a fazer. É, comprovadamente, o movimento mais inteligente para qualquer organização que queira crescer de forma sustentável. Os dados globais são contundentes:

Radar Profera

O que os dados de mercado confirmam

Lucratividade|+36%

Empresas no quartil superior em diversidade étnica e cultural superam as do quartil inferior em lucratividade. (McKinsey & Company, Diversity Wins, 2020)

Performance financeira|+35%

Probabilidade de desempenho financeiro superior em equipes com maior diversidade racial e étnica. (Harvard Business Review)

Pertencimento|55%

Dos profissionais deixariam o emprego se não sentissem que pertencem ao ambiente de trabalho. (Fórum Econômico Mundial, Workmonitor 2025)

Mentoria e agilidade|84%

Dos mentorados afirmam ter desenvolvido competências para suas funções muito mais rápido. (Harvard Business Review / LinkedIn Learning)

Produtividade|67%

Das empresas com programas formais de mentoria reportaram aumento direto de produtividade. (International Coaching Federation)

No contexto do Banco do Brasil, esses dados ganham uma dimensão ainda mais relevante: ao formar líderes como mentores de alta qualidade, a instituição não apenas acelera carreiras individuais, mas distribui o impacto em escala — um mentor bem formado pode transformar dezenas de trajetórias ao longo dos anos.

Uma cultura impulsionadora: o legado que fica

O Programa Provocação não terminou na última aula. O que ficou é algo mais duradouro: uma mentalidade de desenvolvimento que passou a fazer parte do dia a dia de 120 lideranças do Banco do Brasil.

Quando uma liderança aprende a mentorear de forma técnica e inclusiva, ela muda a forma como conduz reuniões de feedback, como avalia potencial, como abre espaço para vozes diversas. Muda, em suma, a cultura — o ativo mais valioso e mais difícil de construir em qualquer organização.

E culturas impulsionadoras e inclusivas têm impacto direto sobre os indicadores que mais importam para o negócio: produtividade, inovação, retenção de talentos e lucratividade. Não como consequência distante, mas como resultado mensurável de pessoas que se sentem vistas, desenvolvidas e parte de algo maior.

Para o Banco do Brasil, o Programa Provocação foi um passo estratégico em direção a um futuro onde a escala do desenvolvimento acompanha a escala da instituição — e onde nenhum talento fica para trás.

Vamos construir o próximo case de impacto?

A Profera Educação une metodologia própria, imersão real na cultura da empresa e expertise em desenvolvimento humano para transformar talentos em motores de alta performance, protagonismo e pertencimento.

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